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Sua empresa precisará ser registrada nos órgãos competentes, podendo ser na Receita Federal, Junta Comercial, Secretaria Estadual da Fazenda, Prefeitura entre outros órgãos, devido a isso é preciso antes de abrir uma empresa ser feito uma análise detalhada.

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Departamento Pessoal

Embora, muitas vezes, trabalhem em conjunto, engana-se quem acha que o Departamento Pessoal tem as mesmas funções e responsabilidades que o setor de Recursos Humanos.

Grosso modo, este último tem como papel fundamental fazer a seleção de colaboradores aptos para um determinado cargo. Já o DP tem a responsabilidade de gerenciar uma série de questões burocráticas relacionadas aos colaboradores.

Trata-se, assim, de um departamento que exige muita disciplina, organização e profissionais capacitados, pois tem a responsabilidade de gerenciar uma quantidade enorme de documentos.

Neste artigo, veremos mais detalhadamente quais são as atribuições do Departamento Pessoal. Continue lendo e confira agora!

O que é departamento pessoal?
O Departamento Pessoal é uma parte integrante importante do setor organizacional de quase todas as empresas. Isso porque essa é uma área especializada na gestão de funcionários da empresa.

O setor pessoal desempenha diversas funções importantes, tais como contratação, gestão de folha de pagamento, férias, jornada de trabalho, licenças médicas, faltas, atestados e muito mais.

De modo geral, o setor é encarregado de muitos dos trâmites burocráticos relacionados aos funcionários, garantindo uma melhor organização dos processos internos e o cumprimento de todos os deveres da empresa para com o funcionário e vice-versa.

Isso garante que sejam cumpridas todas as normas trabalhistas com agilidade e eficiência, permitindo que os colaboradores trabalhem sem preocupações.

Em empresas de pequeno porte, o Departamento Pessoal costuma se resumir ao contador da empresa, já nas de grande porte, pode haver um setor especializado e com diversos colaboradores capacitados apenas para essas funções.

Como surgiu o departamento pessoal?
O Departamento Pessoal existe, de forma mais rudimentar, desde o período da escravidão. Nessa época, os senhores da terra nomeavam funcionários para tomar conta dos escravos e para garantir que eles produzissem o máximo possível.

Depois do fim do regime escravagista, o modelo de regulação e organização do trabalho permaneceu. Os imigrantes italianos passaram a adotar um sistema no qual havia um supervisor responsável pela organização dos processos.

Anos depois, com o surgimento da estrutura empresarial, mas ainda sem uma Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os supervisores tinham um caderno para organizarem valores a serem recebidos pelos funcionários.

Esses funcionários eram chamados de “chefe de pessoal” e tinham funções similares às do profissionais do Departamento pessoal de hoje. Nessa época começou a surgir o departamento pessoal no modelo dos dias de hoje.

No entanto, foi somente com a aprovação da Lei 5.452 em 1943, a lei da CLT, que o Departamento Pessoal começou a tomar forma e ser mais especializado. Isso porque as empresas queriam se prevenir e evitar prejuízos por questões trabalhistas.

Qual a importância do departamento pessoal?
O Departamento Pessoal é, sem dúvidas, uma das estruturas mais importantes da empresa. Isso porque é ele que irá otimizar os processos burocráticos para que não seja gasto tempo e recursos demais em uma tarefa.

Além disso, é ele quem garante o cumprimento dos trâmites burocráticos, evitando problemas e dores de cabeça. Confira mais sobre a importância do setor pessoal a seguir, em detalhes:

Garantir cumprimento das leis trabalhistas
O Departamento Pessoal é muito importante, porque ele garante que as leis trabalhistas sejam seguidas de forma adequada e organizada.

Isso é muito positivo, pois previne gastos desnecessários provenientes do descumprimento das normas. Além disso, gera mais agilidade, uma vez que esses processos podem ser longos e exaustivos, se não forem realizados por pessoal especializado.

Organizar documentação dos colaboradores
Mesmo em empresas pequenas, é fato que existe muita informação importante ligada ao desempenho das funções dos colaboradores que deve ser guardada e categorizada. Por esse motivo o Departamento Pessoal é importante.

Ele é capaz de deixar toda essa documentação em dia e pronta para acesso em caso de necessidade, permitindo que o funcionamento da empresa seja muito mais fluido.

Departamento Pessoal: o que é e o que faz o setor pessoal

Facilitar o contato com órgãos públicos
O Departamento Pessoal também é o setor que faz a intermediação entre a empresa e órgãos públicos, sendo capaz de manter a documentação em dia emitindo documentos e preenchendo formulários.

Dessa maneira, podemos dizer que o setor pessoal é importante para garantir que sua empresa estará fiscalizando o cumprimento de todas as normas necessárias e garantindo que não haja nenhum problema com os órgãos públicos locais.

Quais são as atribuições do Departamento Pessoal?
O Departamento Pessoal é responsável por assuntos referentes aos funcionários, garantindo que a organização esteja de acordo com as leis e, ainda, que tenham colaboradores satisfeitos com seus benefícios e direitos atendidos.

Seja qual for o tamanho da empresa, sempre existem muitos documentos relacionados aos seus colaboradores e procedimentos a serem acompanhados. Por isso, uma das atribuições é manter uma documentação organizada.

Voltamos a reforçar, aqui, que os profissionais dessa área são responsáveis por garantir que a empresa esteja agindo de acordo com as leis trabalhistas e previdenciárias, evitando, assim, possíveis processos.

Gestão Gerencial

Um dos pilares da gestão empresarial é a contabilidade gerencial. É ela que conecta os gestores às informações financeiras da empresa e os mostra o caminho a percorrer para melhorar a lucratividade do negócio.

O orçamento empresarial e a finança corporativa ajudam a construir o panorama real da situação em que o business se encontra, das projeções futuras e dos dados a serem fornecidos para acionistas. O objetivo é viabilizar o controle empresarial por meio de orçamentos, relatórios de custos e desempenho, que expõem as falhas, revelam como corrigi-las e onde se deve canalizar o investimento.

Segundo o consultor de empresas Jonathan Byrnes, em artigo publicado na Harvard Business School, a contabilidade gerencial tem quatro elementros-chave: gestão de rentabilidade, seleção de relacionamentos em contas, caminhos de migração de produtos e planejamento de contas. Além disso, os gestores devem fornecer aos representantes de vendas esse panorama da contabilidade, para que eles possam entender as necessidades da empresa e quais tarefas devem ser realizadas nas diferentes contas.

Primeiro pilar, os representantes devem assegurar os negócios mais lucrativos, obter melhores resultados deles, ajudar a manter a margem de lucro e reduzir os investimentos menos lucrativos.

A seleção de relacionamentos, por sua vez, pode decidir a lucratividade de uma empreitada. Eles podem variar desde parcerias operacionais com o cliente, para configurações como gerenciamento de fluxo de produto, até relações puramente comerciais que caracterizam interações comprador-fornecedor. É fundamental entender qual o tipo de relação que se encaixa em determinada conta.

Na maioria das empresas, produtos e serviços podem ser estruturados de tal forma a aprofundar o relacionamento dentro da conta. Por exemplo, permitir que pessoas de setores operacionais e de vendas entrem em contato com gerentes de alto nível, sem que seja necessário contratar terceiros com contatos pré-existentes. Com a estratégia, o representante de vendas pode obter informações confiáveis sobre seus clientes e consumidores.

Planejamento de contas prevê o gerenciamento do processo de tomada de decisões por parte do representante de vendas. Nessa etapa do gerenciamento, ele vai desenvolver um perfil de conta com histórico, volume de vendas, margem de lucro, necessidades do consumidor. Vai identificar o alvo, o que ele busca e determinar como abrir cada uma das portas do negócio. Depois, criar um plano de ação com etapas, métricas, recursos e metas.

O sucesso da contabilidade gerencial está em deixar claro um bem estruturado processo para os representantes de vendas. Assim ficam explícitas quais tarefas devem feitas em cada interação com os clientes e consumidores para que haja resultados mais lucrativos.

Gerenciamento Geral

Contabilidade Gerencial, pode ser caracterizada, superficialmente, como um enfoque especial conferido a várias técnicas e procedimentos contábeis já conhecidos e tratados na contabilidade financeira, na contabilidade de custos, na análise financeira e de balanço etc., colocados numa perspectiva diferente, num grau de detalhe mais analítico ou numa forma de apresentação e classificação diferenciada, de maneira a auxiliar os gerentes das entidades em seu processo decisório.

Na realidade a contabilidade gerencial é uma síntese de informações que são dadas à administração geral da empresa.

A contabilidade gerencial é o processo de identificação, mensuração, acumulação, análise, preparação, interpretação e comunicação de informações financeiras utilizadas pela administração para planejamento, avaliação e controle dentro de uma organização e para assegurar o uso apropriado de seus recursos.

A contabilidade gerencial deve-se ser avaliada de maneira diferenciadas da contabilidade financeira, pois cada uma delas tem suas particularidades, e sobre tudo a contabilidade gerencial utiliza-se da própria contabilidade financeira, mais as demais contabilidade e ainda desenvolve sua análise para dar suas devidas informações.

Os métodos da contabilidade financeira e da contabilidade gerencial foram desenvolvidas para diferentes propósitos e para diferentes usuários das informações financeiras. Há, contudo, numerosas similaridades e áreas de sobreposição entre os métodos da contabilidade financeira e a gerencial.

A contabilidade gerencial é relacionada com o fornecimento de informações para os administradores, isto é, aqueles que estão dentro da organização e que são responsáveis pela direção e controle de suas operações. A contabilidade gerencial pode ser contrastada com a contabilidade financeira, que é relacionada com o fornecimento de informações para os acionistas, credores e outros que estão de fora da organização.

A contabilidade financeira é uma técnica utilizada dentro do sistema contábil, proporcionando ações que contribui na aplicação da proposta teórica e prática, representando ações benéficas ao direcionamento da gestão financeira do capital aplicado às organizações e gerando dados suficientes para elaboração das demonstrações financeiras, mediante princípios geralmente aceitos pela contabilidade.

A contabilidade financeira 
Podemos notar uma diferença simples, mas expressivas na análise de contabilidade, pois muitos pensam em estar estudando conteúdos iguais, mas na realidade isto não acontece, mas sim o que acontece é o reforço dos conhecimentos que o contador passa a ter em conhecer todas as contabilidades devidas à uma administração e fazer ligação com a própria contabilidade como um todo, unindo todos os conhecimentos e desenvolver dentro de uma só contabilidade, sendo colhidas informações, processadas e expelidas para os desejados que fazem jus das organizações e economia que a nossa população necessita.

A contabilidade gerencial nota-se que na vida prática de uma organização não existe um setor específico para este fim, ou seja, como existe propriamente como departamento de custos, departamento financeiro e etc., estes setores são enquadrados dentro da organização como setores específicos para desenvolver estas determinadas ações como seu próprio nome representa. Já a contabilidade gerencial não precisa de um departamento específico, porque ela tem que estar no nosso subconsciente que em todos os momentos de uma organização este fator estará presente, pois hoje com todas as concorrências, globalização avançando rapidamente, leva nós gerentes a desenvolver análises rápidas, criarmos orçamentos que nos possibilita uma orientação do que precisamos fazer, e ou mesmo o que estamos praticando dentro de nossa organização. Sendo assim teremos que incutir em nossas mentes que em todos momentos estaremos fazendo a contabilidade gerencial, até mesmo em nossas casas.

Já para o nosso curso de contabilidade, analisando didaticamente precisamos ter esta disciplina a parte, para podermos colocar em nossos conhecimentos a tão desejada necessidade que precisamos ter, para superarmos os nossos concorrentes e sermos profissionais adequados para as organizações que hoje procuram no mercado de trabalho.

Contabilidade gerencial como instrumento de administração:

Entendemos que a contabilidade gerencial existe ou existirá se houver uma ação que faça com que ela exista. Uma entidade tem contabilidade gerencial se houver dentro dela pessoas que consiga traduzir os conceitos contábeis em atuação prática. Contabilidade gerencial significa gerenciamento da informação contábil. Ora, gerenciamento é uma ação. Contabilidade gerencial significa o uso da contabilidade como instrumento da administração.

Se temos a contabilidade, se temos a informação contábil, mas não a usamos no processo administrativo, no processo gerencial, então não existe gerenciamento contábil, não existe contabilidade gerencial.

Dessa forma, fica claro que a contabilidade gerencial deve utilizar-se das técnicas já desenvolvidas por outras disciplinas, porque nelas o estudo específico é mais aprofundado.

O objetivo da contabilidade gerencial é enfocar todos os temas escolhidos dessas disciplinas no processo de administração, no processo integrado de tomada de decisões.

Contabilidade gerencial não é um existir, mas um fazer.

Contabilidade gerencial é ação, e não técnicas específicas de contabilidade.

Não existe contabilidade gerencial. faz-se a contabilidade gerencial.

Utilização da contabilidade gerencial:
Como vimos que a contabilidade gerencial, ela é utilizada principalmente dentro da empresa, como ferramenta de auxílio à administração, em todas as suas facetas operacionais.

Tendo em vista que uma organização é estruturada de forma hierárquica, a contabilidade gerencial deve suprir, através do sistema de informação contábil gerencial, todas as áreas da organização. Como cada nível de administração dentro da empresa utiliza a informação contábil de maneira diversa, cada qual com um nível de agregação diferente, o sistema de informação contábil gerencial deverá providenciar que a informação contábil seja trabalhada de forma especifica para cada segmento hierárquico da organização.

Dentro desse fundamento, a contabilidade gerencial deverá atender a todos os seguimentos hierárquicos da empresa, e isso se reflete na forma de utilização da informação contábil. Assim, teremos um bloco de informações que suprirão a alta administração da organização, que denominamos de gerenciamento contábil global, objetivando canalizar informações que sejam apresentadas de forma sintética, em grandes agregados, com a finalidade de controlar e planejar a empresa dentro de uma visão de conjunto.

Teremos um segundo bloco de informações que suprirão a média administração, ou, caso necessário, os segmentos que a empresa definiu em termos de divisões ou linha de produtos. São informações para canalizar os conceitos de contabilidade por responsabilidade. Denominamos esse segmento de gerenciamento contábil setorial.

Finalmente teremos um terceiro bloco de informações para gerenciar cada um dos produtos da organização, de forma isolada. Denominamos esse segmento da contabilidade gerencial, de gerenciamento contábil especifico. São informações que descem a um grau maior de detalhamento, a nível operacional.

Para todos esses segmentos serão trabalhadas informações para planejamento estratégico e orçamentário, já que o segundo fundamento da Contabilidade Gerencial é seu enfoque para o futuro. Assim, área fundamental do sistema de informação contábil são os orçamentos e projeções.

Contabilidade Gerencial e Sistema de Informação:
Para que a informação contábil seja usada no processo de administração, é necessário que essa informação contábil seja desejável e útil para as pessoas responsáveis pela administração da empresa. Para os administradores que buscam a excelência empresarial, uma informação, mesmo que útil, só é desejável se conseguida a um custo adequado e interessante para a entidade. A informação não pode custar mais do que ela pode valer para a administração da empresa.

Diante desses pressupostos básicos para a informação contábil, fica claro o caminho a ser adotado para que a contabilidade se transforme em ferramenta de ação administrativa e se torne um instrumento gerencial. Para se fazer, então, contabilidade gerencial, é mister a construção de um sistema de informação contábil gerencial. Em outras palavras, é possível fazer e é possível ter contabilidade gerencial dentro de uma empresa, desde que se construa um sistema de informação contábil.

Portanto é importante também rotinização da informação contábil gerencial. Concluindo, para se fazer contabilidade gerencial é necessário um sistema de informação contábil gerencial, um sistema de informação operacional, que seja um instrumento dotado de características tais quais preencha todas as necessidades informacionais dos administradores para o gerenciamento de sua empresa.

Assessoria Contábil

A pressão da competitividade de mercado se faz cada vez mais presente na rotina de uma empresa. Todo dia um novo desafio é criado e, para vencê-lo, é fundamental entender muito bem a estrutura de sua empresa e pensar alternativas para sobreviver a essa selva, também chamada de mercado.

Mas se você acha confuso, burocrático e até entediante aprender sobre questões contábeis, fiscais e afins, uma assessoria contábil pode te ajudar nessa batalha!

Mas o que é uma Assessoria Contábil?
É o trabalho desenvolvido por um profissional liberal ou uma equipe de profissionais da área de contabilidade que analisa e interpreta todos os fatos da rotina de uma empresa, diariamente. De posse das informações dos registros diários e das demonstrações expositivas de determinada empresa, esse profissional obtém acesso a informações relevantes que o permitem prestar uma assessoria mais eficiente, não só da parte contábil, como também da fiscal, previdenciária e trabalhista, ajudando assim a melhorar a saúde, principalmente financeira, da empresa.

Uma boa assessoria contábil pode ser útil, por exemplo, na decisão sobre o enquadramento fiscal de determinada empresa. Esse enquadramento é que irá determinar a faixa de imposto em que ela se encaixa, ou seja, irá definir se seu regime será o simples, lucro real ou lucro presumido. De pendendo do tamanho da empresa, o imposto impacta diretamente na sua margem de lucro, logo, é fundamental estar bem assessorado para não perder vantagens diante do mercado.

Outra função da assessoria é auxiliar a empresa quanto às tomadas de decisões de negócios. Por exemplo, ao se contratar um funcionário é preciso entender que seu custo não se restringe apenas ao salário, mas também a todos os impostos que essa contratação acarreta, sem falar das férias e do décimo-terceiro salário. Fazer este cálculo com precisão é muito importante para planejar o fluxo de caixa da empresa e pensar na melhor forma de fazer com que ela cresça.

Encerramento de Empresas

Um dos momentos mais difíceis para qualquer empresário é ver seu empreendimento encerrar as atividades. Após tanta dedicação e planejamento, não é fácil aceitar que todo investimento feito não deu o retorno esperado e o único caminho que resta é fechar a empresa. Somando esse fato à burocracia, muitos se sentem desestimulados a formalizar a baixa, mas iremos mostrar que esta é a melhor decisão para evitar problemas futuros e que o processo tornou-se mais fácil para micro e pequenos empreendedores.

Antes de falar do procedimento em si, é importante você entender os perigos de não oficializar o fim da empresa. Ao protelar essa tarefa, as obrigações empresariais, como declarar o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e apresentar balanços, serão mantidas mesmo que o negócio esteja inativo, podendo render débitos desnecessários. Desta forma, é bom ficar atento e repensar a empresa no momento em que ela não consegue mais ser competitiva e os clientes começam a rejeitar as soluções oferecidas. Adiantar-se ao problema e, assim, fugir das dívidas é fundamental.

O que fazer para fechar a empresa
O processo para formalizar o fim de um empreendimento foi durante muito tempo mais complicado do que iniciar as atividades. Toda burocracia relacionada a ele assustava muitas pessoas, a ponto de existirem cerca de 1,5 milhão de negócios inativos no Brasil no início de 2015. Foi com o objetivo de simplificar as etapas e reduzir esse número que o governo lançou nesse período o Sistema Nacional de Baixa Integrada de Empresas, o que tem facilitado bastante a vida de muitos empreendedores.

Dentre os benefícios, deixaram de ser exigidas as certidões negativas para encerrar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Assim, caso exista alguma pendência, as dívidas são transferidas para o Cadastro de Pessoa Física (CPF) do empresário ou dos sócios. Isso reduziu bastante o tempo de finalização do pedido, que dura em torno de 3 dias agora.

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